• Monique Costa

Superhost: não se esqueça de curtir e sobreviver

Conforme as tecnologias vão avançando e as relações cotidianas se alterando, é natural que isso se reflita também nas artes. Redes sociais, aplicativos de relacionamento e o compartilhamento de carona já são temas recorrentes no cinema, assim como os sites de hospedagem, que mudaram não só nossa forma de alugar acomodações, como também abriram todo um leque de possibilidades a serem exploradas nos filmes de terror.


E é justamente nisso que o diretor e roteirista Brandon Christensen aposta em Superhost, onde acompanhamos um casal de vloggers que avaliam as casas mais procuradas pelos viajantes. Porém, com a constante queda no número de inscritos e as consequentes dificuldades financeiras, a requisitada casa de BettyLou52 parece ser a última esperança para o sucesso do canal e até mesmo do relacionamento dos dois.



Óbvio que nada sai como o planejado, e desde o início Claire (Sara Canning) e Teddy (Osric Chau) enfrentam problemas com o local. Mas uma falha no sistema de segurança ou uma privada entupida parecem fichinha se comparados ao entusiasmo embaraçoso da anfitriã Rebecca (Grace Phipps), que está disposta a qualquer coisa por uma boa avaliação.


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Com um clima tenso intercalado a algumas cenas cômicas e outras bem sanguinolentas, Superhost consegue divertir e surpreender dentro dos seus limites. A atuação exagerada de Phipps talvez seja um dos pontos altos do filme, deixando o espectador ansioso por mais aparições de sua personagem. Sem revelar muito, posso dizer que o final é satisfatório e até mesmo crítico, prometendo agradar àqueles que buscam um bom entretenimento.


Superhost (2021)


IMDb | Rotten Tomatoes | Letterboxd | Filmow

Direção Brandon Christensen

Duração 1h23min

Gênero(s) Terror, Suspense

Elenco Sara Canning, Osric Chau, Grace Phipps +


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